domingo, 28 de fevereiro de 2010

Morre empresário e bibliófilo José Mindlin aos 95 anos

A OSCIP Associação Biblioteca Comunitária Maria das Neves Prado lamenta a morte do empresário e bibliófilo José Mindlin, de 95 anos, que faleceu esta manhã no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O corpo será sepultado no Cemitério Israelita de Vila Mariana, na capital paulista. O mundo dos colecionadores de livros (bibliófilos) no Brasil que já é ínfimo, perde agora o seu maior represente. Ele foi para a bibliofilia o que Oswaldo Cruz foi para a saúde, Machado de Assis para as letras, Sergio Buarque de Holanda para a historiografia, Villa-Lobos para a música e o arquiteto Niemeir continua sendo para a
arquitetura brasileira. Mindlin era formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e também fundou a indústria de autopeças Metal Leve, onde ficou até 1996. Também é considerado ainda hoje o maior colecionador de livros raros do mundo, que ao longo de oitenta anos formou uma biblioteca, chamada Biblioteca Brasiliana, considerada a mais importante coleção do gênero no Brasil, formada por um particular. Ele e sua esposa doaram o acervo no ano passado à Universidade de São Paulo. O conjunto de livros e manuscritos do da Biblioteca do Dr. ,Mindlin, inclui cerca de 40 mil volumes, entre obras de literatura brasileira e portuguesa, relatos de viajantes, manuscritos históricos e literários (originais e provas tipográficas), periódicos, livros científicos e didáticos, iconografia (estampas e álbuns ilustrados) e livros de artistas (gravuras). Fã incondicional do trabalho do Dr.Mindlin que o inpirou com a sua experiência no campo da bibliofia, o historiador, colecionador de obras raras e bibliófico aprendiz (usando aqui uma definição de Rubens Borba de Moraes) Professor Geraldo Moreira Prado organizou e criou a Bibliteca Comunitária Maria das Neves Prado, também conhecida pela mídia como a MAIOR BIBLIOTECA COMUNITÁRIA DO MUNDO ESTABELECIDA NUM POVOADO RURAL.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Oficina Pedagógica

“Os Caminhos da Democracia na visão de Betinho”

A pergunta inicial das Oficinas Pedagógicas “Os Caminhos da Democracia na visão de Betinho” é: “Como você lê imagens?” Poderia ser “Quem alfabetizou você para ler imagens?”
As Oficinas Pedagógicas “Os Caminhos da Democracia na visão de Betinho” trabalham recursos audiovisuais e técnicas que estimulam o interesse e a participação e ajudam a aproveitar melhor o que se aprende. Ao mesmo tempo, discute-se a História do Brasil nas últimas décadas, em três dias de encontros.

A equipe das “Oficinas” é composta por:
- Cleyde Afonso - experiente na formação de agentes comunitários e educadores na área de comunicação, em que é especialista;
- Felipe Mello – com grande atuação em trabalhos comunitários na região metropolitana de São Paulo e
- Zilda Junqueira – autora de materiais didáticos para diferentes editoras a partir de sua experiência como professora de História.

Documentário “Os Caminhos da Democracia na visão de Betinho” foi realizado pela produtora Canal Imaginário (www.canalimaginario.com.br) e contém os últimos depoimentos inéditos de Betinho sobre a história contemporânea do Brasil, complementados por depoimentos das seguintes personalidades: Alcione Araújo, André Spitz, Airton Soares, Bernardo Kucinski, Candido Gribowsky, Carlos Afonso, Carlos Fico, Claudius Ceccon, Dom Mauro Morelli, Dulce Pandolfi, Fafá de Belém, Fernanda Carvalho, Fernando Gabeira, José Marcio Camargo, Leonardo Boff, Miro Teixeira, Nadia Rebouças, Oscar Niemeyer, Paulo Markun, Plínio de Arruda Sampaio, Sebastião Soares, Sérgio Ferreira e Theotonio dos Santos.
Data: 06/11 a 08/11/2009
Local: Colégio Estadual Mª de Lourdes Ferreira da Silva (sexta-feira 06/11/2009)/Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Nova Soure.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Nova Soure-Ba

De 01 a 07 de Novembro, a Biblioteca do Paiaiá realizará o evento "Semana Nacional de Ciência e Tecnologia" no Colégio Maria de Lourdes Ferreira da Silva em Nova Soure. Participe em nome da Ciência. Popularizar é preciso.